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Categoria
Colaborador/a Doutorado/a
Código Ciência ID
1210-1AF8-A67F
Dados

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas | Universidade Nova de Lisboa

Av. de Berna, n.º 26 C
1069-061 Lisboa
Portugal

Email: teresagentilproducao@gmail.com
Tel: (+351) 21 790 83 00 (ext. 1583)

Grupo de Investigação

Teresa Gentil

Nota Biográfica

Compositora, intérprete e investigadora. Doutorada em Ciências Musicais, especialidade em Etnomusicologia (2025) pela NOVA FCSH, com a tese De Voz Castiça a Voz de Portugal – a Construção da Voz de Amália Rodrigues (1939-1949), projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (SFRH/BD/137392/2018). Mestre na mesma disciplina com a dissertação More than singers – Biography, Gender and Agency in the Voices of Four Women Singer-songwriters in Contemporary Portugal, pós-graduada em Educação, na variante de Conceção e Desenvolvimento de Projetos Educativos, pela Universidade dos Açores e licenciada em Composição pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo (Porto).

Compôs para cerca de 60 peças de teatro e dança, obras para orquestra, ensemble, musicais e óperas. Participou em diversos projetos colaborativos interdisciplinares e de música na comunidade com crianças, jovens e idosos nos mais variados contextos socioculturais. Colabora regularmente com a Fábrica das Artes – Centro Cultural de Belém, a Escola de Música de Leça da Palmeira, as associações Cães do Mar (ilha Terceira), Formiga Atómica (Lisboa) e Questão Repetida (Lagos) tendo, ainda, desenvolvido inúmeros projetos com o Plano Nacional de Leitura (2014-2016) e com o serviço de mediação do Teatro Micaelense (2007-2009). 

É fundadora de Descalças Cooperativa Cultural (que promove iniciativas de inclusão social através da arte) e da associação Prolíficas – Comunidade Compositoras Açores (vocacionada para a divulgação e estudo da música contemporânea, composta por mulheres, entidade organizadora do festival Prolífica). Foi docente de piano de acompanhamento no Conservatório Regional de Ponta Delgada e de Expressão Musical no Colégio Do Castanheiro (Ponta Delgada), onde exerceu funções como coordenadora do Departamento de Artes.

Foi distinguida com os prémios: Joaquim de Vasconcelos, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Investigação em Música (SPIM); Prestígio e Carreira, iniciativa do GICAV (Viseu); Zeca Afonso, pelo Município de Almada; LabJovem/Teatro e LAbJovem/Música, pelo Governo Regional dos Açores.

Destaca, do seu corpo de trabalho, as óperas: Ti Chitas, a voz que é uma montanha, sobre a voz da pastora, adufeira e cantora de Penha Garcia, Catarina Chitas (encomenda CCB); Vencer o Dia, realizada em colaboração com a Associação de Saúde Mental do Algarve e a Orquestra Barroca D’Aquém Mar; uma conversa infinita, em parceria com a Escola de Música de Leça da Palmeira e a Casa da Música (Porto); a obra ainda vou encontrar nos teus lábios um cravo, comissionada e executada pela Orquestra Gulbenkian no espetáculo colaborativo Sons de Uma Revolução, dirigido pelo artista multidisciplinar Mikhail Karikis; o ciclo de espetáculos de teatro Antiprincesas, de Cláudia Gaiolas; a conceção da exposição interativa Pharmácia Amália (CCB), inserida nas comemorações do centenário de Amália Rodrigues; o espetáculo Raízes da Curiosidade, resultado da colaboração entre 5 artistas e 5 neurocientistas, iniciativa da Fundação Champalimaud e do CCB.