Departamento de Comunicação e Arte | Universidade de Aveiro
Campus Universitário de Santiago
3810-193 Aveiro
Portugal
Email: karla.calasanns@gmail.com
Karla C. Mello
Karla Calasans é uma multiartista — atriz, escritora, bordadeira, professora de Língua Portuguesa e diretora criativa da Cia Abrigo Santo Teatro. Licenciou-se em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas pela Universidade Católica de Brasília, em 1999. É mestre em Literatura pela Universidade de Brasília (2010), onde desenvolveu a investigação intitulada Nos En(tre)cantos de Dulcinea Del Toboso (uma cantata cénica), centrada no silêncio de Dulcineia em Dom Quixote. Atualmente, é doutoranda no Programa Doutoral em Criação Artística da Universidade de Aveiro.
Ao longo do seu percurso docente, lecionou Língua Portuguesa em várias instituições privadas do Distrito Federal, entre as quais o Colégio Marista Champagnat (2002–2007), o Colégio JK (2005) e o Centro Universitário Projeção (2011–2017). Desde 1999, exerce funções de professora na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, em Brasília, Brasil.
Projeto de Doutoramento
Título
Oji – A Arqueóloga do Futuro – O encantamento na Arte de contar histórias ancestrais
Orientação
Gilvano Dalagna (orientador), Jorge Salgado Correia e Evani Tavares (coorientadores)
Resumo
A pesquisa investiga o encantamento na arte de contar histórias ancestrais para crianças. A proposta surge da inquietação diante de um mundo cada vez mais desencantado com violências, guerras, preconceitos, racismo. Diferente de outros artistas que contam histórias de modo clássico (tendo sempre aquele que conta e aqueles que ouvem), a presente proposta cria um espaço de contação interativo, vivencial e sensorial, fazendo uso de uma linguagem multimodal, proporcionando experiências de encantamentos e atravessamentos, por meio das artes da cena e de histórias ancestrais. Para a realização dessa pesquisa foi criada uma personagem chamada Oji – A Arqueóloga do Futuro que conduz, com artesania, histórias ancestrais de modo sensorial, poético e vivencial com e para as crianças. Espera-se que esta investigação ofereça mais espaços vivenciais na arte de contar histórias para crianças, visibilidade às histórias ancestrais e um olhar mais encantado diante da vida, do mundo e do outro.